Guia · Repatriação

Certificado fit-to-fly na Costa Rica

Após uma internação, uma cirurgia ou uma lesão grave, a companhia aérea e a seguradora querem que um médico confirme que você pode voar. Veja o que a avaliação envolve e em quanto tempo pode ser feita.

  • Um certificado fit-to-fly é a declaração escrita de um médico, seguindo as diretrizes médicas da IATA, de que um paciente pode fazer um voo comercial com segurança.
  • As companhias aéreas também podem exigir seu próprio formulário MEDIF, assinado pelo médico responsável, para passageiros com doença recente ou necessidades especiais.
  • A Relevium faz a avaliação em San José, normalmente no mesmo dia, e coordena escoltas, oxigênio ou ambulância aérea quando um voo comercial não é apropriado.

O que é o certificado — e o que não é

Uma carta fit-to-fly (ou «apto para viajar») confirma que, no julgamento do médico, o paciente tolera um voo comercial: pressão de cabine equivalente a cerca de 2.000 m de altitude, menos oxigênio, longo tempo sentado, acesso limitado a atendimento no ar. Não é garantia de saúde nem substitui a autorização médica da própria companhia aérea quando ela a exige.

As companhias geralmente pedem autorização após cirurgia recente, hospitalização, evento cardíaco ou pulmonar, fratura engessada, pneumotórax, gravidez avançada, ou quando o passageiro precisa de oxigênio, maca ou escolta médica. As seguradoras pedem para autorizar a repatriação.

O que a avaliação cobre

O médico revisa o diagnóstico, o tratamento, o exame atual e — quando relevante — a saturação de oxigênio em repouso e ao esforço, um ECG ou imagem recente e o risco de deterioração em voo. Limiares comuns na prática: infarto não complicado, geralmente 7–10 dias; cirurgia abdominal ou laparoscópica, cerca de 10 dias; pneumotórax, ao menos 7 dias após a reexpansão completa confirmada por imagem; um gesso recente pode precisar ser aberto para voos longos. Cada caso é individual.

O resultado é um de três: apto; apto com assistência especial (cadeira de rodas, assento extra para uma perna estendida, oxigênio em voo, escolta de enfermeiro ou médico); ou ainda não apto, com data para reavaliação.

MEDIF e formulários da companhia aérea

A maioria das companhias usa o formulário MEDIF da IATA (Medical Information Form), parte preenchida pelo passageiro e parte pelo médico responsável. A Relevium preenche a seção médica e, a pedido, comunica-se diretamente com o departamento médico da companhia — em inglês.

Quando um voo comercial não é apropriado

Alguns pacientes precisam de maca, monitoramento contínuo ou terapia intensiva em trânsito. Então as opções são um voo comercial com escolta médica e equipamento, ou uma repatriação em ambulância aérea. A Relevium fornece a recomendação clínica e a documentação de que a seguradora precisa, e coordena o transporte por meio das nossas alianças de fornecedores — permanecendo o único ponto de contato médico durante todo o processo.

Este guia é informação geral, não aconselhamento médico para uma pessoa específica. Em uma emergência, ligue para o 911 ou escreva para nossa linha 24/7.

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Perguntas

Fit-to-fly — perguntas frequentes

Para um paciente que tratamos, normalmente no mesmo dia. Para um paciente novo, após uma consulta e a revisão do prontuário — muitas vezes em 24 horas em San José.